Teus olhos me falam de amor, quando me olhas; tão meigos como a própria vida que me deste.
A Tua vida te fez mãe, encheste-te de amor e jamais deixaste de amar. Quando estou a pensar em ti, na tua existência e na falta que me farias, percebo o quanto tu és grande, o quanto és importante. E vejo que muitas das vezes desprezo o teu valor, menosprezo o teu amor, tratando-te como um simples ser, quando, na verdade, és um pouco de Deus na Terra. Mãe Tu és divina, como a própria natureza; santa, como a mãe de Deus; mulher, com honra e vaidade; forte, defensora da justiça; mas frágil, como uma flor. Mulher que ri, que chora e se cala; sofre na alma, ora por nós; pede perdão a Deus dos nossos pecados... Incentiva-nos e nos socorre; jamais falha com o seu amor, que é tão grande, tão puro e gratuito. Ignorantes que nós somos, nem sempre o reconhecemos, pois, à sombra do teu amor, tudo nos parece bem.
Catequista - Paulo Maranhão
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
Catequese para a Vida (Mãe)
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